SENADO DOA PUBLICAÇÕES EM BRAILLE NA VII BIENAL DE PERNAMBUCO.
ANAND RAO
O Senado Federal doou publicações em braille no dia 09 de outubro a três instituições na Bienal de Pernambuco. Sendo a instituição federal que possue o maior setor braille dentre as instituições federais do Brasil, o Senado, sempre que participa de Feiras e Bienais doa publicações com o objetivo de destacar a cidadania do portador de deficiência visual.
O Senador Marco Maciel representou o Senado no evento que além da presença de portadores de deficiência visual e das instituições, teve também, a presença do comendador Messias Tavares, que por muitos anos, foi delegado no Conade, Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência.
As instituições presentes foram a Associação Pernambucana de Cegos (APEC) representada por seu presidente, Antônio Muniz, a Associação Beneficente dos Cegos do Recife (APECER) e seu presidente Júlio Tabosa e o Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, representado por sua diretora, Irmã Maria das Graças Silva.
Antônio revelou que a associação existe há 26 anos e atua basicamente na defesa de direitos e profissionalização da pessoa com baixa visão, quanto à atividade do Senado, disse que é da mais alta relevância para o cego, solicitando que a publicação em braille das leis seja feita em tempo real. Já Júlio Tabosa disse que a Associação existe há 81 anos e tem 35 associados, sendo filantrópica e sem fins lucrativos, atendendo a deficientes visuais na área da educação e profissionalização e elogiou o trabalho feito pelo Senado. E a Irmã Maria das Graças Silva ao falar do Instituto disse que atua em Recife e nos diversos municípios de Pernambuco, tendo 321 estudantes cadastrados e 178 na ativa. Sobre a atuação do Senado disse ser de grande valia para os deficientes visuais, agradecendo a doação, revelando que no Instituto existem professores voluntários que preparam para ao alunos para o vestibular e toda a preparação é feita utilizando livros em braille.
Messias Tavares, que recebeu, há tempos atrás, o título de comendador do governo de Pernambuco e foi delegado no Conade, fez questão de ressaltar que a luta em prol do portador de deficiência nunca cessa, e que além das publicações, o Senado deve estar atento a todos os tipos de deficiência e deve realizar eventos no qual este segmento da sociedade seja o foco principal.
Por fim, o Senador Marco Maciel disse que o Senado em muitos aspectos presta um notável serviço à sociedade brasileira e de modo especial ao portador de deficiência visual. As publicações em braille ajudam, segundo ele, o deficiente quanto à informação. E ao falar da participação do Senado em feiras, elogiou o trabalho da Gráfica do Senado (Secretaria Especial de Editoração e Publicações) dizendo que se não fosse as Edições do Senado, muitos pensadores e escritores, que não são comerciais e estão fora de catálogo, não teriam sido publicados citando como relevante o resgate dos escritos de Joaquim Nabuco.
O Senador Marco Maciel representou o Senado no evento que além da presença de portadores de deficiência visual e das instituições, teve também, a presença do comendador Messias Tavares, que por muitos anos, foi delegado no Conade, Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência.
As instituições presentes foram a Associação Pernambucana de Cegos (APEC) representada por seu presidente, Antônio Muniz, a Associação Beneficente dos Cegos do Recife (APECER) e seu presidente Júlio Tabosa e o Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, representado por sua diretora, Irmã Maria das Graças Silva.
Antônio revelou que a associação existe há 26 anos e atua basicamente na defesa de direitos e profissionalização da pessoa com baixa visão, quanto à atividade do Senado, disse que é da mais alta relevância para o cego, solicitando que a publicação em braille das leis seja feita em tempo real. Já Júlio Tabosa disse que a Associação existe há 81 anos e tem 35 associados, sendo filantrópica e sem fins lucrativos, atendendo a deficientes visuais na área da educação e profissionalização e elogiou o trabalho feito pelo Senado. E a Irmã Maria das Graças Silva ao falar do Instituto disse que atua em Recife e nos diversos municípios de Pernambuco, tendo 321 estudantes cadastrados e 178 na ativa. Sobre a atuação do Senado disse ser de grande valia para os deficientes visuais, agradecendo a doação, revelando que no Instituto existem professores voluntários que preparam para ao alunos para o vestibular e toda a preparação é feita utilizando livros em braille.
Messias Tavares, que recebeu, há tempos atrás, o título de comendador do governo de Pernambuco e foi delegado no Conade, fez questão de ressaltar que a luta em prol do portador de deficiência nunca cessa, e que além das publicações, o Senado deve estar atento a todos os tipos de deficiência e deve realizar eventos no qual este segmento da sociedade seja o foco principal.
Por fim, o Senador Marco Maciel disse que o Senado em muitos aspectos presta um notável serviço à sociedade brasileira e de modo especial ao portador de deficiência visual. As publicações em braille ajudam, segundo ele, o deficiente quanto à informação. E ao falar da participação do Senado em feiras, elogiou o trabalho da Gráfica do Senado (Secretaria Especial de Editoração e Publicações) dizendo que se não fosse as Edições do Senado, muitos pensadores e escritores, que não são comerciais e estão fora de catálogo, não teriam sido publicados citando como relevante o resgate dos escritos de Joaquim Nabuco.
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